Leitor de cartão de crédito Apresentamos nesse post mais uma alternativa de pagamento de produtos e serviços pelo celular: o Card.io, fruto de uma startupcom sede em San Francisco, Califórnia, EUA. A empresa desenvolveu um sistema que transforma a câmera do iPhone ou de smartphones Android em um leitor de cartão de crédito, tornando o recebimento de pagamentos pelos seus serviços mais simples.
Card.io (Foto: Chocolate)
O Card.io foi criado pelos ex-funcionários da AdMob Mike Mettler e Josh Bleecher, e eles desenvolveram um sistema que se destaca pela simplicidade de uso. Para que o sistema funcione, basta posicionar o seu cartão de crédito diante da câmera do seu telefone. O software "lê" todas as informações pela câmera e o pagamento é automaticamente processado.
Reconhecimento numérico do cartão
Inicialmente o Card.io tem como objetivo atrair os desenvolvedores de aplicativos iOS, especialmente aqueles voltados para a área de e-commerce, comerciantes, comércio de bilheteria (cinemas, estacionamentos, etc), serviços de viagem, dentre outros.
A empresa tem apenas 9 meses de vida, e eles gastaram seis meses desenvolvendo a tecnologia do Card.io, que inclui recursos de reconhecimento de caracteres para a leitura dos números do cartão de crédito.
Diferentemente de outros sistemas de escaneamento de dados e softwares de leitores de cartões, o Card.io não precisa da interferência humana para verificar a autenticidade dos dados lidos. Segundo os seus idealizadores, tudo está programado para que o sistema faça a leitura com alta precisão. Porém, a empresa não informa qual é a porcentagem de acerto do sistema. Eles só dizem que a "grande maioria" dos escaneamentos serão precisos, e é aí que entra em ação o seu algoritmo de aprendizado: quando mais dados o sistema lê, melhor o software é executado, pois sua "curva de aprendizado" aumenta.
A empresa desenvolvedora já recebeu US$ 1 milhão em investimentos para o desenvolvimento do Card.io. Entre seus investidores estão executivos como Michael Dearing, da Harrison Metal, Jeff Clavier e Charles Hudson, da SoftTech, e Manu Kumar, da K9 Ventures. Os desenvolvedores de aplicativos iOS interessados em participar do beta privado do serviço podem obter maiores informações de como proceder clicando aqui. O site:https://www.card.io/
Incase Flex, use seu iPod Nano como um relógio de pulso
Não chega a ser uma grande novidade, mas é sempre bom ter várias opções aparecendo no mercado. Falamos dos cases para a última versão do iPod Nano, que transformam o player musical da Apple em um relógio de pulso prático e musical. Nesse post, você conhece mais um desses cases, o Incase Flex.
Incase Flex
No meio de tantas opções de cases de pulso para o iPod Nano, fica até difícil detectar qual é o grande diferencial dos novos modelos que chegam ao mercado. Todos fazem essencialmente a mesma coisa: colocar o player da Apple no pulso do usuário. Alguns contam com pequenas diferenças de material, ou com poucos detalhes extras de design, que se refletem no seu acabamento.
No caso do Incase Flex, o seu principal destaque é a sua pulseira flexível, que se ajusta aos diversos tamanhos de pulsos entre os usuários.O modelo possui estrutura de aço resistente.
O local onde o iPod Nano é conectado permite ainda acesso aos botões e portas do player de forma integral, sem precisar remover o produto da pulseira para sincronizar músicas, ou recarregar a bateria.
Além disso, o Incase Flex possui um acabamento fosco, que deixa o acessório elegante o suficiente para ser utilizado em diversas situações. Pode ser uma boa pedida para quem quer um relógio/player musical durante as corridas matinais, ou nos eventos sociais noturnos. E a melhor parte é que ele não pesa tanto no seu bolso (no lado financeiro, evidentemente): o preço do Incase Flex é de apenas US$ 50.
As grandes empresas de tecnologia não param de inovar e investir em estudos para melhorar seus produtos. E isso é notório nos celulares, cujas telas evoluíram absurdamente nos últimos anos. Quando a tela AMOLED se torna padrão no mercado, eis que a Samsung desenvolve a tela Super AMOLED, para se tornar a nova queridinha do mundo dos smartphones e futuros tablets. Mas você sabe como essa tecnologia funciona?
Samsung Galaxy S (Foto: Chocolate)
Antes de tudo, o que são telas AMOLED?
AMOLED (Active-Matrix Organic Light-Emitting Diode) é uma tecnologia que varia das telas OLED (Organic Light-Emitting Diode), que, por sua vez, são construídas com suporte na tecnologia de telas TFT.
Essa tecnologia, presente nas telas AMOLED, permite que os milhares de pixels em uma tela sejam iluminados, ou não, através de uma ativação elétrica. Através de isoladores, semicondutores e contatos metálicos do TFT, ligados diretamente a uma camada de vidro, é possível realizar uma gama de funções que vão ordenar como cada pixel deverá se comportar e em que momento ele deve brilhar.
Baseado nessa tecnologia, a OLED, seguida da AMOLED, tem como princípio básico tornar a tela do seu celular cada vez mais fina, leve e mais nítida. Uma tela AMOLED possui quatro camadas: uma de cátodo, uma orgânica, outra de circuitos TFT e uma última com substratos. Esse conjunto permite que esse tipo de display transmita essas ordens para os pixels três vezes mais rápido do que as telas OLED comuns. Isso permite, por exemplo, ver filmes sem aqueles famosos "pulos", mostrando mais fluidez.
Chegamos nas telas SUPER AMOLED
A tela Super AMOLED foi apresentada pela Samsung durante a Mobile World Congress de 2010 e os primeiros aparelhos com essa tecnologia ganharam as lojas pelo mundo nos meses seguintes. Mas o que torna um telefone com tela Super AMOLED mais leve? Simples: a Samsung, única fabricante dessa tela até agora, conseguiu eliminar mais uma camada de vidro (e de ar), atitude que a tela AMOLED “comum” já havia conseguido anteriormente.
Eliminando uma camada de vidro e de ar, elimina-se também o número de superfícies refletoras. Acredite, a espessura do sensor de toque é de apenas 0,001 mm! Isso faz com que seja gasto menos energia para obter cores intensas e seja mais fácil obter maior nitidez. Você perceberá que não existe mais aquele “blur” na visualização de vídeos, por exemplo, e verá melhor as cores mostradas mesmo na luz intensa do sol, sem perder a qualidade.
No vídeo promocional abaixo, você pode conferir um pouco dessa diferença:
Os primeiros aparelhos
O primeiro smartphone a ganhar uma tela Super AMOLED foi o Samsung Wave, que vem com o sistema Bada OS. Mas a tecnologia se “popularizou” (com muitas aspas) no mercado com a chegada do Samsung Galaxy S. Foram testados vários smartphones, e a tela deste aparelho é realmente impressionante.
Super AMOLED Plus (A diferença é visível)
A evolução do Super AMOLED
As novas telas conhecidas como Super AMOLED Plus exibem 50% mais sub-pixels, o que traz ainda mais nitidez para a tela Super AMOLED. Porém, a resolução por polegada é menor. Por exemplo, uma tela 4.3 polegadas Plus, equivale a uma tela 4.0 Super AMOLED. A Samsung já se manifestou a este respeito e disse estar produzindo uma nova tela que permite alcançar 300 ppi, a mesma resolução presente nas telas Retina Display.
A Super AMOLED Plus foi anunciada na CES 2011, junto com o primeiro celular com esta tecnologia, o Samsung Infuse 4G. Mas, com certeza, o próximo queridinho do mundo a usar essa tela será o Samsung Galaxy S II.
E os tablets?
Como o padrão adotado para os tablets são telas de 7 a 10 polegadas, o preço para a produção de uma tela Super AMOLED ainda não é viável nesses tamanhos, portanto, o Samsung Galaxy Tab 10.1, o mais recente da empresa no mercado, ainda tem tela com tecnologia TFT WXGA. De qualquer modo, com a Samsung empenhada em reduzir o preço dessa tecnologia, é só questão de tempo para aparecerem os primeiro tablets com Super AMOLED.
Celulares com tela Super AMOLED no Brasil
Ainda com preços muito altos, celulares e smartphones com tela Super AMOLED já estão disponíveis no Brasil, com preço inicial de R$ 1499,00 para o Samsung Wave desbloqueado. Este aparelho tem tela de 3,3 polegadas, processador de 1 GHz, sistema operacional Bada OS (próprio da Samsung) e pesa apenas 118g.
Já o Samsung Galaxy S é encontrado por aí pelo preço inicial de R$ 1799,00, desbloqueado. Ele tem câmera de 5 megapixels, tela de 4,0 polegadas, memória de 16 GB expansível até 32 GB com microSD e processador de 1 GHz.
Tanto o Samsung Galaxy S II quanto o Infuse 4G não têm previsão de lançamento no Brasil, pelo menos, por enquanto.
A internet 4G finalmente deixou de ser apenas um sonho, ao menos para os usuários norte-americanos.
A HTC em uma parceria com a operadora Sprint criou o primeiro smartphone com conexão WiMAX, que promete ser o aparelho mais rápido do mercado com uma velocidade até 10 vezes maior que qualquer outro.
O HTC Evo 4G tem uma configuração impressionante e grandes chances de ser o melhor celular do mundo.
As novidades começam com o acesso a internet 4G através da rede WiMAx, disponível para 34 milhões de americanos e que até o fim do ano alcançará mais de 100 milhões de usuários. Todos que tiverem acesso a rede 4G conseguirão velocidades de download muito superiores a de qualquer dispositivo 3G.
EVO 4G também poderá funcionar como um hotspot Wi-Fi para até oito dispositivos diferentes, podendo ser até mesmo um iPhone 4 ou notebook.
O primeiro celular 4G dos Estados Unidos possui uma tela LCD com 4,3 polegadas e 480 × 800 pixels de resolução. O processador Snapdragon de 1 GHz do HD2 combinado com a interface Sense no sistema operacional Android 2.1 da Google o torna ainda mais admirável, com um tempo de resposta surpreendentemente veloz.
O aparelho tem ainda uma saída HDMI para conexão a um televisor e transmissão de vídeos em HD, uma câmera frontal de 1,3 MP capaz de realizar videochamadas para outros EVOs e uma câmera principal de 8 megapixels com duplo flash LED que grava vídeos em alta definição.
O celular 4G da HTC possui ainda algumas funções extras sensacionais como o reconhecimento de fala que permite que você "digite" falando e um excelente programa gratuito de navegação GPS. O Evo também é um dos melhores smarthphones que podem rodar vídeos e animações em Flash direto da internet, o que o iPhone, notoriamente, não pode.
Resumindo: O melhor hardware. O mais moderno Android, com a melhor interface. Os downloads mais rápidos, com o melhor da internet 4G. O mais moderno, o melhor e o mais rápido.
A internet 3G começou a ser amplamente aceita no Brasil em 2009, graças a aparelhos como o iPhone e modem 3G, mas poucos meses após o triunfo das operadoras em finalmente impor essa tecnologia, a Anatel divulgou que deu início a criação das regras para a internet 4G.
A internet 4G é uma nova tecnologia que irá integrar a quarta geração de dispositivos para acesso a internet móvel, que promete aumentar em 180 vezes a velocidade atual, tornando os aparelhos 3G ultrapassados. Para entender o que isso significa, a internet 3G atual leva em média seis horas para baixar um arquivo com um gigabyte (considerando o uso de apenas uma parcela da velocidade máxima). Os dispositivos 4G deverão levar aproximadamente 2 minutos para baixar o mesmo arquivo, mas esses cálculos levam em conta apenas a velocidade prometida de conexão, na prática a velocidade varia muito e depende da intensidade do tráfego, distância do aparelho em relação à antena e contrato com a operadora.
Especialistas prevêem que as mudanças mais marcantes deverão ocorrer nos downloads, uma vez que com a internet 4G será possível assistir aos filmes de alta definição no momento em que eles estão sendo baixados, ou armazenar vídeos no computador no momento em que estão sendo captados pela câmera, dispensando assim a necessidade gravar e depois descarregar.
Outras mudanças importantes estarão ligadas ao uso dos próprios sites. Quantas vezes já escutamos reclamações sobre a internet 3G ser lenta ou funcionar mal nos veículos em movimento? Espera-se que a tecnologia 4G acabe também com essas reclamações, aliviando as centrais de 0800 das operadoras hoje. Sites desenvolvidos especialmente para dispositivos móveis também perderão parte da sua função, pois essa velocidade aliada aos sistemas de zoom como o existente no iPhone facilitarão a vida móvel.
A previsão é que os primeiros dispositivos com a tecnologia cheguem ao Brasil é antes da copa de 2014, já que grandes mudanças ainda precisam ser feitas na infra-estrutura para que tudo correspondesse com a velocidade teórica prometida, mudanças essas que incluem o gasto de muito dinheiro com fibra óptica para evitar ondas de reclamações como ainda ocorrem com relação ao 3G.
Outro problema que deverá levar um bom tempo para ser resolvido, é o desânimo das futuras provedoras do serviço, uma vez que existem grandes regiões no Brasil onde quase não existem consumidores para o produto ou a oferta de faixas de tráfego é pequena por estar sendo ocupada por transmissões televisivas analógicas.
É isso mesmo que você ouviu (leu). Foi lançado nos Estados Unidos um novo marco na história da comunicação:MagicJack. Até alguns anos atrás, era preciso pagar para as operadoras nos Estados Unidos uma mensalidade para ter um telefone fixo. Normalmente este custo girava em torno de 50 dólares por mês, mais caro que no Brasil! A alguns anos um produto chamadoVonagerevolucionou.Deve ter sido uma das primeiras operadoras que usava o conceito deVOIP (Voice over I.P) ou seja, . Como a maioria das casas tem acesso à Internet, bastava instalar um equipamento que em uma ponta tinha uma porta Ethernet e na outra um conector normal de telefone. O custo é de 24,90, nada mau…
Em 2008 foi lança do omagicJack. Por 19,95 dólares por ano, (no primeiro ano custa 39,90 por causa do aparelho) você tem um equipamento um pouco maior que uma caixa de fósforo que você conecta na sua porta USB, o software se instala automaticamente (em Windows XP, Vista ou Mac OS) e abre uma tela de cadastro. Lá você escolhe o código de área e o número do telefone. Imediatamente você pode discar para o Canadá, Estados Unidos, incluindo Alasca, Havaí, Porto Rico e Ilhas Virgens com custo zero. É possível usar o discador no PC (ou Mac) ou conectar um telefone no próprio magicJack.
Como eu tenho família nos Estados Unidos, de vez em quando eu precisava comprar créditos no Skype para poder ligar para o telefone fixo ou celular. Não chegava a ser caro, comparado ao custo que eu teria se fizesse uma ligação internacional pelo telefone. Mas agora eu tenho um telefone nos Estados Unidos e além de eu poder ligar, eles podem ligar para o meu número como se ele fosse local.
Ah, como o número está vinculado ao aparelhinho, não importa onde esteja no mundo, desde que tenha acesso à internet, tenho o número disponível. Ou seja, comprei o equipamento nos Estados Unidos, vou levar para o Brasil e ele vai continuar a funcionar sem problemas. A única questão é que o computador em que o magicJack estiver conectado precisa estar ligado para o telefone funcionar.
Imagine a economia que uma empresa que faz ligações para clientes e fornecedores nos Estados Unidos pode fazer?
Quem têm o hábito de ir ao circo ou assistir shows de mágica sabe o fascínio que os mágicos provocam. Apesar de sabermos que tudo não passa de truque, sempre saímos boquiabertos. Para tornar as apresentações mais realistas, muitos mágicos têm recorrido a tecnologia, afinal, todo mundo que assistiu Clique aqui->"Mister M" já sabe como funciona os velhos truques.
Marco Tempest faz mágica com iPods (Foto: Reprodução)
O ilusionista Marco Tempest usa uma tecnologia que cabe no bolso: o iPod. Ele se declara tecnoilusionista, ou seja, ele usa tecnologia de última geração nas suas apresentações. Podemos ver no vídeo que ele literalmente brinca com três iPods como se fossem cartas de baralho, jogando de um lado para o outro e embaralhando os gadgets várias vezes. Marco Tempest já é conhecido por seus truques com tecnologia. Em outro vídeo, em um truque chamado Augmented Reality Magic 1.0, ele usa câmera e realidade aumentada. Apesar de toda inovação, o mágico mostra que sua maior habilidade é mover rapidamente as mãos e mudar o foco da atenção do espectador, como se faz com cartas de baralho. E você, o que acha do uso detablets e smartphones em truques de mágica?